inícionoticias"Os Homens são de Marte..e é pra lá que eu vou!" chega em Manaus

22/08/2011

"Os Homens são de Marte..e é pra lá que eu vou!" chega em Manaus

Com mais de um milhão de espectadores, o espetáculo "Os Homens são de Marte... e é pra lá que eu vou!" desembarca em Manaus nos dias 10 e 11 de setembro para falar do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Em mais uma produção da M1 Eventos, as sessões serão realizadas no Teatro Direcional (Manauara Shopping), em dois horários tanto no sábado quanto no domingo. 

A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema fazem grande sucesso de crítica e público. 

Quem dá vida a essa mulher moderna é a atriz Mônica Martelli, que foi vencedora do Prêmio Qualidade Brasil 2006 e também é responsável pelo texto da peça. 

Por aqui, as sessões serão em dois horários no sábado (às 19 e 21 horas) e às 19 horas no domingo. Os ingressos com lugar marcado na platéia custam R$50 (estudante) e já estão à venda na bilheteria do Teatro Direcional (Manauara Shopping) e no site: www.bestseat.com.br. Para mais informações: 3342-8030.

Quem vai para Marte?

Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou! conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.

Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles, independente dos tipos físicos, das condições sociais, raciais ou econômicas. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe?

Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.

Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.

De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças.